Já aqui, a notícia ao lado da dos vazamentos do Moro me parece uma provocação pra cima dos eleitores do Mito, falando da amnésia seletiva que essa parcela do eleitorado possui. Não se lembram dos absurdos autoritários que levavam Lula à prisão, mas lembram-se do que lhes convêm. Enfim, escolha de diagramação de jornal nunca é inocente. ;)

Nesse print, a notícia do vazamento dos diálogos do Moro está ao lado de uma foto sobre outro vazamento, o de Chernobyl. Achei irônica a escolha de colocar essas notícias lado a lado, como que sugerindo a gravidade que o jornal atribui ao fato. Ao usar o termo 'liquidadores', temos uma indireta do jornal em relação ao que pensam do trabalho dos juristas da operação Lava-jato.

El país ensinando a fazer jornalismo. Compartilhe e não diga nada.

Em última análise, o PS3 tem mais alma de videogame do q o Xbox. Este tá mais preocupado em ser um simulacro de Hollywood, com jogos fáceis com histórias igualmente fáceis. Mundos são abertos, mas dão poucos motivos pra jogador explorá-los à exaustação, diferente do q jogos JP fazem. Sempre vale à pena explorar os mundos abertos deles, e a história inclusive cresce com essa exploração. Mentalidade americana produz jogos de consumo rápido, e jogos JP vão na contramão disso em alguns aspectos.

Além disso, os menus de GT6 são mto mais práticos do q os do Forza. Se vc quer acessar um carro com a letra V, por ex., vc tem q passar por todas as outras letras antes, no Forza. Os menus parecem designados + p t atrapalhar do q a ajudar, completamente oposto ao q se vê em GT6.

Qto a gráficos e física, ambos rivalizam pau a pau. Forza chega a ter sensação d velocidade melhor, mas GT6 compensa c tutorial q explica como jogo funciona, como melhorar... odeio jogo q tenho q adivinh como fz coisas

Depois de anos com Xbox 360, testei o PS3. Cara, ngm faz videogame como os jaopneses, pqp! Console bem feito, tudo sólido, duradouro... com uns dois anos de uso, a tampa meu Xbox não abre mais direito. Comparativo com jogos de corrida, para um panorama.

Forza, no Xbox, é jogo sério d+, q nao recompensa jogador por melhorar. Única recompensa q dá é + $ p comprar + carro. Não importa q vc chegue primeiro ou último. É pouco.
Gran turismo, no PS 3, tem + cara de game do q de simulador, é+divertido.

Futebol feminino ganha transmissão da Globo e até doodle do Google. Enqto o futebol cueca... só ganha escândalos. Um atrás do outro. Faz tempo q nosso futebol cai de podre.
Qdo fui à França, os jogos da liga feminina eram divulgados por toda parte, até no metrô. Potencial é grande aqui.

Michel compartilhou

Acho que faz muito sentido o pronome it do inglês ser adaptado como ilo na nossa língua.

Na língua padrão termos os pronomes pessoais ele e ela.

E temos as variações que são contrações deles com as preposições de e em (dele, nela, etc).

(falei erroneamente que são pronomes possessivos, e não são)

Porém, na categoria de pronomes demonstrativos, temos os seguintes pronomes:

- este, esta, isto

- esse, essa, isso

- aquele, aquela, aquilo

Os dois primeiros grupos ainda parecem seguir uma lógica, pois enquanto a estrutura dos pronomes pessoais é E-L-[E/A], nos dois primeiros grupos temos E-ST-[E/A] e E-SS-[E/A].

No terceiro grupo, assim como nos possessivos, temos uma variação dos pessoais que apenas acrescenta uma estrutura antes. no caso, [aqu].

Até aqui acredito que minha ideia ficou clara. Mas ainda vou comentar mais.

Na estrutura do pronome (d/n)aquilo temos ilo. Os pronomes isto e isso, mesmo que diferentes, reforçam a lógica aqui: que pronomes com estrutura I-[X]-O se referem a coisas e conceitos abstratos. Mesma função do pronome it praticamente.

Realmente não entendo como não temos o pronome ilo na língua. Precisaria estudar a história e o processo de formação dos pronomes com mais calma.

Enfim, com base nisso, acho válido que a tradução oficial de it seja ilo. E acho ótimo ter uma base da própria estrutura da língua pra justificar isso.

Não sei quem é culpado na história do Neymar, mas uma coisa é fato: o adv da Nágela é mto mais craque q ele. Aquela entrevista q ela deu pro Roberto Cabrini, um canalha q faz jornalismo de quinta, é uma aula de defesa jurídica. A mulher com cara de menininha, rabo-de-cavalo, camiseta com personagem do Dr. Seuss... gênio. Que opinião pública vai resistir? Esse adv deve ter assistido/lido Garota exemplar, ctza.

Bom dia, pessoas

Escrevi conto novo.
pastebin.com/YUDn5Pdf

Se gostou do meu trabalho, leia mais contos em meu blog. Link na descrição.

Será que dá pra fazer um bolão pra apostar quanto tempo o governo do Mito dura?

E a propósito: amanhã vai ser maior!

Michel compartilhou
Huge protests across Brazil over education spending freezes should serve as a warning to far-right President Jair B… https://twitter.com/i/web/status/1129134175393583111

(cont)
E uma sutil alfinetada no conceito q a própria Nintendo criou, o d animais selvagens brigando entre si. Basicamente, rinhas de animais imaginários, se pensarmos um pouco. Ao mesmo tempo que não se prende ao próprio universo, elementos fortes na memória afetiva do público mais velho foram bem encaixados. Sinal de que a Big N sabe rir de si própria, e soube trazer isso bem pro cinema...

(cont)
A relação dos pokémon com humanos no filme lembra vagamente oq X-men faz, mas tire suas próprias conclusões assistindo. A tensão no convívio entre pokémon e humanos num mesmo espaço é uma temática interessante. Não sou fã, não sei se o universo pokémon explora mais isso, mas de qq forma achei válido o filme fazer isso. Protagonista negro, mocinha com participação ativa na história, e nada forçado. Cada personagem com seu espaço.

Detetive Pikachu prova que filmes BONS em live action com ícones dos videogames é possível. História bacaninha, com várias entrelinhas q adultos vão gostar enqto criançada curte os pokémon na tela. Reflete bem o jeito conservador da Nintendo de contar história: a atmosfera noir de uma história de detetive tá lá, mas as referências a bebidas, violência e drogas são contornadas de forma criativa. Arco narrativo previsível, mas com soluções bem pensadas.

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