Prefiro a pessoa de social media me procurando "oi, Ma, em que posso ajudar?" pra resolver meu problema do que não resolver.

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Eu sei que é um saco eu ficar reclamando dessas paradas de email errado aqui no twitter, mas a maneira como o atendimento ao cliente está configurado na maior parte das empresas me faz cair num buraco negro de "não, eu não sou essa Heloisa aí do cadastro, não tenho o cpf dela".

Que aflição, outra pessoa atrelou meu email ao cpf dela no @tonaserasa e eu recebo email toda hora que "meu" cpf está sendo consultado. Que falta não faz uma confirmação de email, né, programadores?

Uma vez muitos anos atrás eu trabalhei nas mídias sociais de uma peça, tenho vídeos horríveis que gravei com o celular e já devia ter jogado fora, porém a peça era ótima e é uma lembrança gostosa. O que fazer???

O YouTube devia ter algum mecanismo de impedir as pessoas de assistir a um troço desses na tpm, pelamor: youtube.com/watch?v=LUoKRScpaV

Aos nerds de plantão: vocês costumam dar nome para os seus discos rígidos? Esses nomes seguem temas?

Vou salvar a thread pros dias de síndrome da impostora, pra lembrar que algo es algo e que tem quem goste. Era só isso mesmo.

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Outro em uma situação profissional mencionou (na frente do cliente) que eu sou muito "acolhedora". Hoje uma outra parceirona falou que eu tenho sensibilidade pra assuntos de diversidade, que sou uma pessoa cis que compreende questões trans e isso tira um pouco o peso pra ela.

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Uma amiga agradeceu a disposição de juntar gente (na pandemia, virtualmente) e apresentar as pessoas umas às outras e conseguir selecionar pessoas que são abertas e receptivas (e bem fora da curva e serelepes, né).

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Aí tem coincidido nos últimos dias (ou semanas) de eu ter lido coisas que reafirmam que o que eu faço é legal, q é uma coisa valiosa e desejável, e isso é muito gostoso de ouvir. É um talento que não dá pra colocar no currículo, mas é um talento. Não me desculpo por estar prosa.

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"É bonitinho, né? Cê gosta de gente.", a @MarmotaDiaria disse uma vez. Eu não consigo contar uma única história horrível de alguém cagando na minha cabeça por isso, mas percebo claramente que em alguns lugares essa não é uma característica valorizada. Já passei algumas raivas.

Ou tá batucando com os dedos, ou tá batendo com o pezinho no chão, é um nervoso que não tem fim.

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Eu amo o Mig, ele é a melhor companhia para o fim do mundo, a gente cozinha, ele faz drinks, trabalhar juntos é ótimo, a gente até às vezes ouve música trabalhando, mas tem um problema com o qual eu não contava. ELE BATUCA.

Tô indo dormir tarde ao som das vocalizações de uma vizinha que tá passando uma noite ótchyma. Deus conserve, bom pra ela!

Aquele coador de café de inox que dispensa o filtro de papel vale a pena?

Vou fazer um experimento de responder tudo que as pessoas falam com "ah, mas eu não conseguiria".

Oi, Heloisa Araújo de Mirassol SP, que bom que você comprou na @sallve , mas seu email tá errado.

Tem uma série chamada Bletchley Circle (a original e o spin-off em São Francisco) em que as mulheres trabalharam na guerra decifrando códigos inimigos, mas quando acaba a guerra ninguém acredita nelas, elas são tratadas como idiotas o tempo todo. Dá raiva pq é real...

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