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Anotem e me cobrem depois (daqui a alguns anos): o Substack ainda vai dar dor de cabeça para todos (ou alguns d)os envolvidos.

nytimes.com/2020/09/23/busines

Contei em detalhes a história do meu cartão, clonado no último domingo. Fica a lição de que pode acontecer com qualquer um, a qualquer momento.

manualdousuario.net/cartao-de-

Uma aposta sem qualquer embasamento que não a experiência pessoal: depois do e-mail/newsletter, o jovem contemporâneo redescobrirá o telefone. Sempre que disponível, prefiro esse meio para resolver problemas com empresas. Em vez de ficar no vai e vem da troca de mensagens, acho mais prático reservar alguns minutos e ligar. E se não resolvem o problema, ainda consigo expressar a minha insatisfação. Comunicação em tempo real. Recomendo.

Tinha resistido até agora, mas hoje tive que instalar o Zoom para fazer uma entrevista.

Tive que bloquear o cartão devido a uma compra não identificada de menos de R$ 5 (sim, cinco reais). Boa segunda-feira!

“Estou pensando em acabar com tudo” na busca do Twitter só retorna dois resultados: ~fios de gente que (acha que) entendeu e reclamações de quem não entendeu ou dormiu no meio.

A frustraçãozinha quando outro veículo consegue fazer a pauta que você tentou semanas atrás, sem sucesso. Pedi entrevistas a cinco ou seis empresas do tipo; nenhuma respondeu 🙃

A matéria da BBC: bbc.com/portuguese/brasil-5416

Sendo um evento raro e sem periodicidade definida, aviso aos curiosos que neste domingo mandarei uma nova edição da minha newsletter (minha mesmo, nada a ver com o Manual). Se quiser recebê-la, coloca seu e-mail aqui: newsletter.ghed.in

Por indicação da ministra Damares, assisti ao filme "Lindinhas", da Maïmouna Doucouré. É uma crítica sensível à hiperssexualização de crianças. Achei ótimo. Chega a ser irônico — mas não surpreendente — que a ministra e seus seguidores estejam detratando o filme.

A primeira sensação que tive com o iOS 14 em um iPhone antigo (tela de 4,7") é que ficou as coisas ficaram mais apertadas, menores e parece que várias letrinhas meio que encolheram. Difícil envelhecer enquanto tecnologicamente defasado.

WhatsApp não é para os fracos. Alguém jogou no grupo da família a notícia de um rapaz que se suicidou na cidade. Na mensagem, é dito que a família enlutada pediu para que não comentem a causa da morte.

Faz meia hora que estão comentando a causa da morte.

Alguém já descobriu o que o “SX” do Santander tem de diferente (se é que tem) de outras instituições aderentes ao Pix? Parece que é só marketing, mas queria confirmar

Fui entrevistado pelo jornal Plural, aqui de Curitiba, para falar do @manualdousuario. Acho que deu para passar bem a ideia do que é o site e por que ele existe. Leia: plural.jor.br/noticias/vizinha

Chega SMS com crédito de app de delivery.

2017: “Uia, hoje a janta está garantida!!”

2020: “Pagaria o dobro desse crédito para nunca mais receber SMS desse app”

Eita, a foto saiu torta? (Talvez tenha sido o recurso de redimensionar do Safari.)

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Menciona colunista preconceituoso 

Que parágrafo poderoso. "Cultura do cancelamento" é um problema, mas em grande medida foi instrumentalizado para virar bode expiatório de quem pisa na bola e não aguenta as consequências. Daqui: theintercept.com/2020/09/04/hi

Talvez a grande função da ombudsman seja acalmar os corações daqueles que, vez ou outra, se indignam com algumas coisas inexplicáveis que saem nos jornais — a deste domingo, na Folha, é exemplar nesse sentido: www1.folha.uol.com.br/colunas/

Uma análise da Arquimedes da reação do Twitter aos anúncios do ifood no Foro de Teresina.

Depois da Samsung me chamando de Sarah*, chegou a vez da Claro da Argentina cobrar a Maria Gabriela no meu e-mail.

* Lembram dessa história? blog.ghed.in/eu-sarah-e-a-sams

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Sugestões de Rodrigo Ghedin:

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