Gosto de pensar que o curso do Jordan Belfort é uma meta-lição, que no final ele vira para a plateia e diz “…e isso, meus amigos, é um exemplo de como arrancar R$ 600 mil de 100 trouxas”, tipo o Seu Miyagi explorando mão de obra enquanto “ensina” caratê.

www1.folha.uol.com.br/mercado/

Um aspecto positivo dos eventos de lançamento de produtos totalmente digitais promovidos pelas empresas de tecnologia é que, sem claque nem jornalistas, a natureza deles fica explícita — são comerciais de longa-metragem bem produzidos.

@pppedroca o jovem que me levou a esse mau caminho parece que curte o Discord. A que ele é tão integrado assim que não existe alternativa?

O brasileiro que ganhou uns trocados investindo o que sobrou do 13º em MGLU3 e achou que viraria o próximo Warren Buffett descobre a dura realidade no r/investimentos

(A gente reclama do Skype, mas imagina ser jovem e ter que usar o Discord. Que deus tenha piedade das novas gerações)

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Ontem tive duas novas experiências digitais simultaneamente: joguei Among Us e dialoguei com outras pessoas pelo Discord.

Among Us: legal 🤙

Discord: caótico, não ouvia todas as pessoas e deu uma baita canseira no meu notebook (coolers ligados etc) 👎

Escrevi uma coisinha sobre a matéria polêmica de comer alimentos mofados, que saiu no fim de semana e indignou meio Twitter: blog.ghed.in/quando-e-seguro-c

Fui avisado na outra rede que a marca nasceu no Brasil, mas foi comprada pelos franceses — segundo a Wikipédia, em 1960.

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TIL que Duralex é uma empresa francesa. Achava que era um negócio genuinamente brasileiro, tipo a Nadir dos copos americanos.

(A propósito, a Nadir detém a marca Duralex no Brasil e continuará produzindo os pratos marrons indestrutíveis aqui 😌)

Esta entrevista do Miguel Nicolelis, em que ele fala de pandemia, do Brasil contemporâneo e de como não está vibrando com o Palmeiras. (Saiu antes da notícia da rinha de pragas, dengue vs. corona.)

bbc.com/portuguese/brasil-5409

Volte semana que vem para mais sugestões de leitura!

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Jornalistas norte-americanos, com bons empregos em redações estabelecidas (raridade), estão se demitindo para lançarem newsletters pagas. Corajosos. Se pudesse fazer o @manualdousuario com a segurança da CLT, acho que toparia!

nytimes.com/2020/09/23/busines

"Por que tanta gente na esquerda se apega a imagens de um apocalipse iminente e contra o qual não se poderia fazer nada?" Boa pergunta, rs.

jacobin.com.br/2020/09/o-confo

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Um fio com coisas boas que li na internet esta semana. Esta coluna do Pedro Abramovay sobre o WhatsApp nas eleições — quais os problemas do app e o que o TSE pode (deve!) fazer para mitigá-los.

piaui.folha.uol.com.br/para-20

Fui fazer pastéis veganos. A receita dizia para usar farinha de trigo, mas aí tinha outras farinhas aqui e é tudo farinha, qual o problema? Não sei se foi o mix de farinhas, mas deu problema. (Porém os pastéis ficaram gostosos. Feios, mas gostosos e, talvez, mais nutritivos.)

Anotem e me cobrem depois (daqui a alguns anos): o Substack ainda vai dar dor de cabeça para todos (ou alguns d)os envolvidos.

nytimes.com/2020/09/23/busines

Contei em detalhes a história do meu cartão, clonado no último domingo. Fica a lição de que pode acontecer com qualquer um, a qualquer momento.

manualdousuario.net/cartao-de-

@reckoner veja o primeiro, então. (É o único importante para pegar o contexto de Cobra Kai.) A experiência da série será bem diferente.

Uma aposta sem qualquer embasamento que não a experiência pessoal: depois do e-mail/newsletter, o jovem contemporâneo redescobrirá o telefone. Sempre que disponível, prefiro esse meio para resolver problemas com empresas. Em vez de ficar no vai e vem da troca de mensagens, acho mais prático reservar alguns minutos e ligar. E se não resolvem o problema, ainda consigo expressar a minha insatisfação. Comunicação em tempo real. Recomendo.

@reckoner a primeira temporada é legal pela nostalgia (e o roteiro brinca muito bem com isso). A segunda é terrível.

@sobral opa, valeu, mas era eu entrevistando uma fonte (sou jornalista)!

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Sugestões de Rodrigo Ghedin:

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