Tenho acompanhado, com “interesse desinteressado” (não tenho filhos), o surgimento de fintechs voltadas a crianças e adolescentes.

É inegável a importância da educação financeira universal e, nesse sentido, talvez seja uma boa que tal diálogo se estabeleça desde cedo.

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Ao mesmo tempo, preocupa-me os efeitos da precocidade. Se hoje já vivemos uma financeirização totalizante, que confunde viver com consumir, como será para as novas gerações, cada vez mais cedo expostas às angústias, alegrias, dilemas e outras emoções decorrentes do dinheiro?

Conversei com executivos da Z1 e da Tindin, duas fintechs dessa leva, para entender como elas encaram esse dilema. O resultado é esta reportagem no @manualdousuario:

🔗 manualdousuario.net/fintechs-c

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